Arquivo para agosto, 2010

Preciso te ver

Posted in Poesias, Românticas with tags , , , , on agosto 25, 2010 by bosiarquitetura

Preciso te ver novamente.

Quero tocá-la,

sentir pele-a-pele

a sua pele de pêssego.

.

Doces lábios,

ainda vermelhos,

cheios de desejos,

prontos ao prazer.

.

Preciso te ver novamente.

Novamente ter ao ouvido

sua voz suave,

sedutora sereia.

.

Olhar divino,

feminino,

profundo.

Cheio de carinho.

.

Preciso te ver.

Diário

Posted in Intrapessoal, Poesias with tags , , , on agosto 22, 2010 by bosiarquitetura

Diário poético.

Vida aberta, vida ao mundo.

.

Diário. Diário.

Amor em versos,

aberto a tudo.

.

Te conto em rimas,

o que guardo mudo.

Encontro casual

Posted in Contos, Erótico with tags , , , on agosto 8, 2010 by bosiarquitetura

Era feriado. Não me lembro qual, mas estávamos comemorando. Eu, meus amigos, gente desconhecida e uma boa dose de bebida. Nada demais.

Tinha bebido bastante, entretanto, nunca esqueci nenhum detalhe do que eu fiz enquanto estava bêbado, nunca neguei as besteiras que eu fiz neste estado e nunca esqueci as mulheres que tive assim. Fernanda foi uma dessas. Ela estava nessa festa, não era a mais linda, mas dançava com grande sensualidade entre mais duas amigas. Era loira, alta, magra, só que com olhos sem brilho.

Fui até ela dançar um pouco. Não que eu já estivesse interessado nela. Em verdade, estava acompanhando um amigo, ele se dizia tímido de “chegar” em uma mulher que lhe havia criado interesse, então ele pediu para acompanha-lo, para nós dois irmos até o grupo que ela estava.

Conversa vai e vem, descubro que Fernanda é uma enfermeira e que tem um filho – provável culpado pela falta de brilho nos olhos dela. A musica do ambiente é trocada por funk. Com isso a nossa amiga começa a dançar, e com a dança dela, sobe meu desejo. Vou até ela e começo a dançar também. Nunca gostei de funk como estilo musical , mas é inquestionável o seu poder de acasalamento. Ela também dança com outros homens, mas percebo pelo seus olhos agora brilhantes, que isso é para me atiçar, criar ciúmes e vontades, mas não reajo.

As horas passam. Uma amiga a chama para voltar para a casa. Não querendo ir sem mim, ela me chama e me puxa para junto dela. Chegamos ao local já trocando carícias. Já na casa, ela fez questão de colocar o seu uniforme de enfermei. “Eu sei que vocês homens acham isso super sexy” disse ela. Não era nada difícil de se tirar, uma peça branca, curta, colada… realmente sexy. Todavia, não ficou muito tempo no corpo dela. Enquanto tentava conhecer melhor suas curvas, ela tirava minhas calças. Senti suas mão suaves correrem até meu membro, brincarem com ele. Não demorou muito até sua boca descer também. Suave e ritmado. Lábios vermelhos de carnalidades. Nada melhor que uma mulher com desejos inconsequentes. Seguro-a pelos cabelos e começo a guiar seu ritmo.

Terminado, ela levanta e guia meu membro até o fruto sagrado. Fruto que não tira, mas sim leva ao paraíso. Continuam os movimentos ritmados, sai o funk e entra algo mais sensível e sofisticado, como o jazz ou o rock progressivo, contudo, no final ele é trocado pelos rápidos movimentos do heavy metal.

Com tudo feito, deito na cama. Lembro que ela tem um filho. Pergunto sobre onde está, preocupado com a possibilidade de ele ter ouvido algo. Ela diz para não me preocupar pois ele tem 14 anos – mesma idade que ela o teve.

Anedota americana

Posted in Poesias, Sátiricas with tags , , on agosto 7, 2010 by bosiarquitetura

Era uma vez um presidente americano

que caçava árabes.

Quando lhe disseram que também se caçava americanos,

ficou muito espantado

e achou uma barbaridade.