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Dani

Posted in Contos, Erótico with tags , , on setembro 4, 2010 by bosiarquitetura

Aline é uma garota em seus plenos 16 anos, moradora da capital do inferno. Menina cheia de defeitos pronta para o seu primeiro trabalho. Nada muito divertido, mas ela tinha que fazer aquilo. Estava tudo marcado, ela ia cometer seu pecado final até o fim do dia, ou melhor, nas horas iniciais do próximo dia.

O dia foi se passando, estudou boa parte dele. Sociologia, filosofia, ética… Nada de importante para sua profissão, só baboseira de velhos professores. “Esses estudiosos não tem mais nada o que fazer não. Eles não fazem sexo”, pensava ela. No fim da tarde ela estava livre, e com medo.

Chegando em casa, a primeira coisa a fazer foi se trocar.. Lembrou-se do seu falecido pai lhe falando sobre mulheres de roupas muito curtas: “São umas piranhas minhas filhas. Mulheres da vida”. Apagou tudo da mente… ”preciso do dinheiro” pensou. Maquiou-se, vermelho nos lábios. Saiu.

No trabalho estava nervosa, mas pensou no fato de pelo menos ter um local para trabalhar. Tentou transmitir a sensualidade necessária ao ofício. Só conseguiu após ouvir uma voz grave lhe dizer: “Ô gostosa, meche mais essa bunda, rebola sem medo”. Inicialmente ela rebolou por medo da voz. Contudo, não demorou muito para ela perceber que estava gostando.

Aline estava gostando muito de dançar naquele antro. Não que a música era boa, nem os homens que estavam babando por ela a excitava. Mas sim o poder sexual que ela estava sentindo é que era muito. Homens a seus pés, jogando dinheiro, enfiando notas em suas roupas.

Ao terminar da sua dança, um senhor, em seus prováveis 40 anos, a chama para seu lado. Ela se apresenta com seu novo nome: Dani Califórnia, como na música de sua banda favorita. Ele é direto, a chama para ir a um motel próximo. Ela se sente nervosa, como se fosse a primeira vez que é chamada para um encontro. Aceita com ressalvas, pois ainda é virgem. “Eu vim pra isso mesmo” ela pensa.

No quarto de motel ela se perde. Não consegue dançar direito. A excitação ficou perdida, entrou no lugar o receio da adolescente. Dani voltou a ser Aline por um momento. Lembrou-se de seus sonhos, de todas as coisas ensinadas por seu pai. Todavia, ela foi interrompida pelo seu comprador. Ele comprou uma hora daquele corpo e queria usufruir ao máximo.

Voltando a Dani, ela foi obrigada a fazer como uma profissional. Tentou até fingir orgasmo, mas não foi muito convincente. Recebeu seu preço, deixando a menina inocente para trás em forma de sangue numa colcha.

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Encontro casual

Posted in Contos, Erótico with tags , , , on agosto 8, 2010 by bosiarquitetura

Era feriado. Não me lembro qual, mas estávamos comemorando. Eu, meus amigos, gente desconhecida e uma boa dose de bebida. Nada demais.

Tinha bebido bastante, entretanto, nunca esqueci nenhum detalhe do que eu fiz enquanto estava bêbado, nunca neguei as besteiras que eu fiz neste estado e nunca esqueci as mulheres que tive assim. Fernanda foi uma dessas. Ela estava nessa festa, não era a mais linda, mas dançava com grande sensualidade entre mais duas amigas. Era loira, alta, magra, só que com olhos sem brilho.

Fui até ela dançar um pouco. Não que eu já estivesse interessado nela. Em verdade, estava acompanhando um amigo, ele se dizia tímido de “chegar” em uma mulher que lhe havia criado interesse, então ele pediu para acompanha-lo, para nós dois irmos até o grupo que ela estava.

Conversa vai e vem, descubro que Fernanda é uma enfermeira e que tem um filho – provável culpado pela falta de brilho nos olhos dela. A musica do ambiente é trocada por funk. Com isso a nossa amiga começa a dançar, e com a dança dela, sobe meu desejo. Vou até ela e começo a dançar também. Nunca gostei de funk como estilo musical , mas é inquestionável o seu poder de acasalamento. Ela também dança com outros homens, mas percebo pelo seus olhos agora brilhantes, que isso é para me atiçar, criar ciúmes e vontades, mas não reajo.

As horas passam. Uma amiga a chama para voltar para a casa. Não querendo ir sem mim, ela me chama e me puxa para junto dela. Chegamos ao local já trocando carícias. Já na casa, ela fez questão de colocar o seu uniforme de enfermei. “Eu sei que vocês homens acham isso super sexy” disse ela. Não era nada difícil de se tirar, uma peça branca, curta, colada… realmente sexy. Todavia, não ficou muito tempo no corpo dela. Enquanto tentava conhecer melhor suas curvas, ela tirava minhas calças. Senti suas mão suaves correrem até meu membro, brincarem com ele. Não demorou muito até sua boca descer também. Suave e ritmado. Lábios vermelhos de carnalidades. Nada melhor que uma mulher com desejos inconsequentes. Seguro-a pelos cabelos e começo a guiar seu ritmo.

Terminado, ela levanta e guia meu membro até o fruto sagrado. Fruto que não tira, mas sim leva ao paraíso. Continuam os movimentos ritmados, sai o funk e entra algo mais sensível e sofisticado, como o jazz ou o rock progressivo, contudo, no final ele é trocado pelos rápidos movimentos do heavy metal.

Com tudo feito, deito na cama. Lembro que ela tem um filho. Pergunto sobre onde está, preocupado com a possibilidade de ele ter ouvido algo. Ela diz para não me preocupar pois ele tem 14 anos – mesma idade que ela o teve.